domingo, 29 de julho de 2012

Internacional entulha equipes de transmissão no Beira-Rio



Fonte: Canal da CBN no YouTube.

Cenário lamentável onde a imprensa teve que fazer a transmissão de Inter x Vasco em 28/7/2012. Deve ser difícil trabalhar como jornalista num país assim. Onde é mesmo a Copa de 2014?

Impossível impedir que o som de uma rádio vaze para outra, nesse caos colorado. E é essa merda de Beira-Rio que terá jogos da Copa 2014! Não pediram Copa no Brasil? Agora tomem!

domingo, 22 de julho de 2012

O que está em falta e o que está em excesso no dial carioca?

Resposta para o grupo Dial do Rio:

Há muita politicagem no dial carioca. Temos desde aquela rádio AM+FM lulo-dilmo-cabral-eduardista e aquela AM garotista até aquelas rádios ouníus com âncoras e comentaristas neoliberais viúvos da Era FHC. Sem contar aquela AM cujo carro-chefe é um programa da ultraesquerda.

Temos um excesso de Música de Cabresto Brasileira no dial. Seja fânqui, axé, pagode, urbanojo (com ou sem o "diploma" universiotário) ou mesmo a música populista gospel, notadamente com aquelas berradoras (não cantoras) de louvor pós-pentecostal.

Falta uma boa rádio de música contemporânea (como foi a Globo FM), uma de flash-backs (como foi a Antena 1), uma de música instrumental (como foram a Tupi FM e a JB FM originais), uma de música eletrônica, uma só de samba (eu disse SAMBA, não pagode) e uma de música pop gospel que não tenha música popular ou populista gospel nem cultos nem pregações nem referências a igrejas. E falta uma rádio rock. Isso no FM. No AM, falta uma rádio jornalística pra bater de frente com a CBN e uma rádio esportiva. Falta também devolverem a grade das AMs para os comunicadores e outros radialistas, tirando os estelionatários de toda ordem.

Faltam também locutoras. Estão acabando com o último legado que a Fluminense FM deixou: o equilíbrio entre vozes femininas e vozes masculinas no rádio do Rio de Janeiro.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Uma chance para o Lacarv, radiodifusores!

Está sendo necessária a chegada de um grupo paulista como o CBS/Mundial com a sua Kiss FM para lembrar aos radiodifusores cariocas que há uma legião de pessoas no Rio de Janeiro ávidas por programas de rock e, mais ainda, uma rádio inteira dedicada ao gênero.

É possível encontrar por aí muita gente boa, cheia de ideias, merecendo um espaço no dial carioca. Na expo Maldita 3.0, conheci o locutor Luiz Alexandre de Carvalho, também conhecido como Lacarv. Ele foi um dos sócios do saudoso Garage da Rua Ceará (Praça da Bandeira) nos anos 90, e recentemente fez ao lado do jornalista Luiz Antonio Mello um programa de rock na Fluminense AM, chamado LAM House, atendendo a convite de Alexandre Torres. Luiz Antonio saiu do programa devido a compromissos profissionais. Lacarv propôs à direção da Fluminense AM continuar com o programa, com o mesmo formato, outro nome e com ele apresentando. Mas a proposta foi recusada e Lacarv acabou deixando a emissora.

Lacarv é locutor profissional com registro no Ministério do Trabalho. Tem ideias para novos programas para o dial carioca. Dois que ele já registrou na Biblioteca Nacional são o Terapia (de classic rock) e A Caixa Mágica (de rock progressivo). Lacarv tem condições de dirigir, produzir e apresentar esses programas. Fora outros que ele tem em mente e que me ficou de descrever depois. Poderei comentar todos esses programas aqui no blogue.

Dom Orani nomeado membro titular do Conselho de Comunicação Social

Dom Orani João Tempesta mostra com a prática que acredita na importância do uso dos meios de comunicação como espaço de debates entre toda a sociedade civil. Não há com quem Dom Orani se recuse a conversar, mesmo os discordantes da Igreja. Dom Orani é um dos integrantes da ala moderada do episcopado brasileiro, historicamente dividida entre os ditos conservadores e os simpatizantes da Teologia da Libertação. É o fundador da Fundação Nazaré, responsável por uma rádio e uma emissora de TV na cidade de Belém do Pará. Como atual arcebispo do Rio de Janeiro, é o responsável pela Fundação Catedral, que abriga a Catedral FM, o jornal O Testemunho de Fé e a WEB TV Redentor.

Fonte: ACI.

RIO DE JANEIRO, 19 Jul. 12 (ACI) - A Conferência Nacional dos bispos do Brasil informou hoje que Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, é um dos membros do Conselho de Comunicação Social um órgão auxiliar do parlamento brasileiro. Ele é um dos cinco representantes da sociedade civil.


O Congresso Nacional aprovou a nova composição do colegiado nesta terça-feira, 17 de julho. Entre suas funções está avaliar questões ligadas à liberdade de manifestação do pensamento, da criação, da expressão e da informação e emitir pareceres e recomendações ligadas à produção e programação de emissoras de rádio e TV.


A Nota da Agencia Senado sobre o fato recorda que o Consellho é composto por 13 titulares e 13 suplentes e também deve opinar, quando consultado, sobre propagandas de tabaco, bebidas alcoólicas, agrotóxicos, medicamentos e terapias, além de diversões e espetáculos públicos. O colegiado também pode avaliar as finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas da programação das emissoras de rádio e televisão e deve prezar pela regionalização da produção cultural, artística e jornalística.


Outros temas que podem passar por análise do Conselho são propriedade, monopólio ou oligopólio dos meios de comunicação social e outorga e renovação de concessão, permissão e autorização de serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens.


Esta será a terceira composição do Conselho, regulamentado pela Lei 8.389/1991. A primeira foi aprovada em 2002 e a segunda, em 2004. O órgão inclui representantes dos veículos de comunicação (rádio, TV e imprensa escrita); um engenheiro com conhecimento de comunicação social; representantes de jornalistas, radialistas, artistas e profissionais de cinema e vídeo; e cinco representantes da sociedade civil.


Os nomes são sugeridos pelas entidades representativas de cada setor à Mesa do Congresso Nacional. Cada membro tem mandato de dois anos, podendo ser reconduzido por uma vez. De acordo com a lei, o Conselho de Comunicação Social deve eleger seu presidente e vice-presidente dentre os representantes da sociedade civil, e as despesas do colegiado são pagas pelo Senado.

sábado, 14 de julho de 2012

Equipe do TRIBUTO visita exposição Maldita 3.0


Parte da equipe de colaboradores do Tributo ao Rádio do Rio de Janeiro esteve hoje à tarde na exposição Maldita 3.0, sobre os 30 anos da Fluminense FM, a Maldita. Além de minha presença pessoal (o primeiro da foto, da esquerda para a direita), também compareceram Alexandre Figueiredo, ao centro na foto (editor do Mingau de Aço e d'O Kylocyclo, parceiro do TRIBUTO desde o início e também dos blogues Kiss FM 91,9 Rio de Janeiro e Preserve o Rádio AM) e Leonardo Ivo, à direita na foto (parceiro do TRIBUTO e de seu blogue, e editor do Fatos Gerais). Conosco estava também o amigo e irmão de Alexandre, Marcelo Pereira (editor do Planeta Laranja e do Pizzaria do Poder). A foto foi tirada diante de um painel branco onde eram projetadas palavras soltas relacionadas à história da rádio.

Entre todos nós, houve a satisfação de ver muitos itens presentes na exposição lembrando todas as fases da Fluminense FM. São itens diversos como fotos, textos, jornais, revistas, livros, memorabilia de shows promovidos pela rádio (cartazes, ingressos, credenciais e folders, de shows de bandas ao memorável Rock in Rio de 1985), o vinil original Rock Voador, CDs promocionais, cartazes que enfeitavam a sede da rádio, equipamentos da rádio na fase 1982-1985, instrumentos musicais autografados por músicos, prêmios ganhos por fãs (alguns autografados por bandas) e a carta de um ouvinte escrita para Leandro Souto Maior (coordenador da rádio na década de 2000) pedindo para a rádio parar de tocar coisas óbvias. Além disso, um telão exibia continuamente o documentário curta-metragem A Maldita (um troféu concedido para a sua equipe no Festival do Rio está na exposição) e uma matéria de um programa televisivo de esportes feita na rádio nos anos 90. Havia também duas TVs exibindo vídeos relacionados à rádio, como os programas que a rádio teve na TV e entrevistas com seus funcionários. Ainda pretendo organizar e publicar as outras fotos tiradas na exposição.

Foram horas agradáveis em que vimos os itens da exposição e conversamos sobre a rádio e diversos outros assuntos. Quero contar sempre com a presença dos amigos em eventos e ocasiões como essa. Pode ser que nos encontramos novamente, nos próximos eventos da exposição.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Muito blá blá blá sobre rock no dial carioca. Rock que é bom, tem quase nada

Comentários para o grupo Dial do Rio:

O pessoal da Roquette FM ficou mais de meia hora hoje (entre 8:50 e 9:30) debatendo sobre rock. Citaram os primórdios do gênero (Elvis Presley), algumas bandas clássicas dos anos 60 e 70, lembraram as bandas da Jovem Guarda que gravavam versões em português de sucessos gringos, lembraram do punk rock, lembraram de Rita Lee e Raul Seixas, lembraram da geração oitentista (a brasileira e a gringa) e lembraram do Pearl Jam, a mais rock'n roll banda noventista. Também citaram radialistas e jornalistas que divulgaram o gênero no rádio: Big Boy e Luiz Antonio Mello. Claro que citaram as rádios em que eles trabalharam: Mundial 860 e Fluminense FM. Lembraram o slogan 'Maldita' da rádio niteroiense e bandas brazucas que ela lançou.

O problema é que hoje em dia se fala muito de rock no dial carioca (mesmo nas ouníus CBN e, ironia das ironias, na Band News Fluminense FM), mas pouco se toca rock. A não ser rock brazuca na MPB FM e emo nas rádios pop.

Tem o programa Acorde, de Leandro Souto Maior, aos sábados 16h na Roquette FM. Mas é pouco pra uma cidade que já teve a Eldo Pop, a Estácio e a Fluminense FM. É pouco até para o Leandro Souto, que foi coordenador da Fluminense.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Exposição Maldita 3.0 realiza coquetel de inauguração. Hoje haverá abertura para o público

Foi realizado ontem o coquetel de inauguração da exposição Maldita 3.0, sobre os 30 anos de inauguração da Fluminense FM. O coquetel foi aberto exclusivamente para convidados. Entre eles, ex-funcionários da Maldita, ouvintes e músicos de pelo menos duas bandas lançadas pela Fluminense FM: um da banda Água Brava e outro do grupo de reggae Cidade Negra, lançado pela Fluminense ainda na breve fase reggae que a rádio teve por alguns poucos meses em meados de 1989. Houve também a presença de Alexandre Torres, o presidente do Grupo Fluminense de Comunicação e concessionário das rádios Fluminense AM e Band News Fluminense FM (a ex-Fluminense FM). Repórteres de O Fluminense e da web TV do jornal também estavam presentes, fazendo reportagens e filmagens, e tirando fotos.

Eu também tirei algumas fotos. Elas ainda estão guardadas na máquina digital. Pretendo publica-las logo no TRIBUTO.

Cumprimentei Alessandro ARL, produtor e curador da exposição e também ex-operador de áudio da Fluminense FM em sua fase da década de 2000. Outra ex-funcionária da rádio a comparecer na exposição foi a locutora Selma Boiron.

Nos próximos dias, retornarei à exposição. Pretendo também comparecer aos painéis que serão promovidos no local.

Hoje a exposição será aberta à visitação de todo o público. O programa completo está aqui no blogue.

domingo, 8 de julho de 2012

'Esta emissora está sob censura eleitoral'

Na última sexta-feira, começou a campanha eleitoral. Isso oficialmente, porque os candidatos já se apresentam há meses. Junto com a campanha oficial, começou também o que chamo de censura eleitoral. A legislação eleitoral feita por esses mesmos políticos dos partidos políticos com representação no Congresso Nacional prevê uma legislação eleitoral anacrônica para a cobertura das eleições no rádio e a TV, distinta da legislação para outras mídias. No rádio e na TV, não é permitido (como é permitido nas outras mídias) fazer uma análise dos prós e dos contras de cada candidatura, não é permitido emitir conceitos sobre os candidatos, sobre seus partidos ou sobre suas coligações. Só é permitido veicular elogios às candidaturas se forem feitas pelos próprios em entrevistas, ou críticas a candidaturas se forem feitas por adversários, também em entrevistas. Enfim, só os candidatos não são censurados.

Emissoras de rádio e de TV chegam a cortar a participação ao vivo dos ouvintes e telespectadores nesta época. Vai que um ouvinte ou telespectador manda a Censura às favas e resolve criticar o prefeito paspalhão, os frouxos a serviço dos barões do fânqui, os filhotes de ex-prefeitos, os filhotes de ex-desgovernadores, os víuvos da Era FHC ou a ultraesquerda boa de discurso, boa de conversa (fiada), mas ruim de Governo (isso se não for ruim de voto). Aí os dotô otoridades do TRE não querem nem saber: multam a emissora sem dó nem piedade. Alguns mandam tirar a emissora do ar.

Se os gestores das emissoras de rádio e de TV tivessem um pouco mais de ousadia, todos eles fariam vinhetas para serem veiculadas no noticiário exatamente durante a campanha eleitoral, até o fim da votação em 1º e no 2º turno. Uma vinheta em que um locutor diria laconicamente: "Esta emissora está sob censura eleitoral".

terça-feira, 3 de julho de 2012

Centro Cultural Correios recebe a Exposição Maldita 3.0


No período de 11 de julho a 12 de agosto, será realizada no Centro Cultural Correios – RJ , a exposição de 30 anos da Rádio Fluminense FM. Serão apresentados os detalhes da sua história ao longo dos anos em que ficou no ar.

Formada exclusivamente por uma programação rock and roll e com um time de locutoras à frente dos microfones, numa atitude até então ousada para o dial brasileiro, a Rádio Fluminense FM, apelidada pelos seus criadores de "Maldita", entrou no ar oficialmente no ano de 1982. Em seus primeiros anos de funcionamento, a Fluminense teve como missão dar voz à geração de 1980. Bandas como Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Barão Vermelho, Kid Abelha, Lobão, Plebe Rude e tantos outros grupos independentes, mostraram seus primeiros trabalhos nos estúdios da rádio.

A Exposição Maldita 3.0 pretende não só celebrar a data histórica dos 30 anos com seus ouvintes, mas também prestar uma homenagem a todos aqueles profissionais que ajudaram na sua construção ao longo dos anos de funcionamento da rádio, bem como agradecer a todos os produtores culturais e transgressores que estiveram ligados à Maldita, mesmo indiretamente, mas que ajudaram na realização de um grande sonho.

Com produção do Coletivo Digital e curadoria de Alessandro ALR, gestor de projetos de arte e cultura digital e ex-produtor da Rádio Fluminense FM, a exposição pretende levar o visitante para mais próximo do universo da Maldita através de:

. Mostra de Fotografia
Alguns dos momentos que ficaram eternizados na história da Rádio Fluminense Fm, estarão reunidos na mostra de fotografia envolvendo diversos anos e equipes.

. Acervo
Pela primeira vez serão reunidos os itens do acervo da rádio e acervos particulares, que alguns colaboradores gentilmente aceitaram compartilhar.

. Estúdio
O visitante da exposição poderá ver de perto uma remontagem do primeiro estúdio da rádio com equipamentos originais da época.

. Cine
No local da exposição será montado um cinema que exibirá vídeos exclusivos sobre a Fluminense FM, entrevistas, depoimentos e o curta "A Maldita", que fala sobre a origem da rádio nos anos 80.

. Painéis
Os painéis serão debates realizados com ex-integrantes, produtores culturais e jornalistas da época, falando como era fazer a rádio, detalhes da cena cultural e episódios curiosos.
Realizados no próprio Centro Cultural dos Correios, a entrada nos painéis também será gratuita, bastando a retirada de uma senha uma hora antes do início de cada painel. Os mesmos serão realizados as quartas-feiras, às 19 horas, dias 18 e 25 de Julho e 1º de agosto.


> Relação de alguns dos itens expositivos:

. Guitarras autografadas exclusivamente para a rádio por bandas como: Oasis, Echo and The
Bunnymen, Legião Urbana, Plebe Rude

. Bateria autografada Foo Fighters

. Violão autografado pela cantora Cássia Eller

. Skate do Beastie Boys autografado pelos seus integrantes, incluindo o falecido MCA

. Cartazes de shows da época

. Discos de Platina da rádio de bandas como: Metallica, Linkin Park, Pink Floyd, U2,...

. Discos promocionais

> Programação Painéis:

Os painéis serão debates realizados com ex-integrantes, produtores culturais e jornalistas da época, falando como era fazer a rádio, detalhes da cena cultural e episódios curiosos. Realizados no próprio Centro Cultural dos Correios, a entrada nos painéis será gratuita, bastando a retirada de uma senha uma hora antes do início de cada painel.
Os mesmos serão realizados todas as quartas, às 19 horas.

Painel "Primeiras Emissões"
18/Jul
No primeiro, serão abordados temas como detalhes do cenário da época, as primeiras emissões da rádio, os eventos iniciais, além de uma análise sobre quanto a rádio contribuiu para o desenvolvimento da vida cultural a partir dos shows e festas.

1) Jussara Simões (Produtora Circo Voador)
2) Maria Estrella (Autora do livro "Rádio Fluminense FM - A Porte de Entrada do Rock Brasileiro nos anos 80")
3) Eulina Rego (Locutora)
4) Sérgio Vasconcellos (Um dos fundadores, 1º produtor e criador do programa "Revolution")
5) Amaury Santos (Editor e programador de música brasileira da rádio)
6) Luiz Tiribas (projeto "TV Maldita")

Painel "Nas ondas da surf music"
25/Jul
No segundo painel será mostrada como foi a trajetória campeã que levou a rádio a ganhar, por três vezes consecutivas, o título de melhor rádio surf do planeta. Além de um bate-papo com a diretora do primeiro curta produzido sobre a Maldita.

1) Roberto Basílio (Coordenador)
2) Raquel Ricardo (Locutora)
3) Sérgio Pitta (Programa)
4) Lia Easter (Locutora)
5) Cláudio Salles (Coordenador)
6) Tetê Mattos (Diretora do curta "A Maldita".)

Painel "Manifesto Digital"
01/Agost
Ainda na AM, em 2001, e depois na sua volta ao dial FM, em 2002, a Rádio Fluminense começava a se deparar pela primeira vez com os desafios e mudanças que vieram com a difusão da internet no Brasil. Mesmo que ainda timidamente, o uso da web começava a modificar parte da produção de conteúdo da rádio.

1) José Roberto Mahr (Coordenador)
2) Leandro Souto Maior (Programador)
3) Paulo Lopez (Coordenador Promoção)
4) Keli (Locutora)
5) Selma Boiron (Locutora)
6) A confirmar (Locutora)

Mais informações:
http://www.facebook.com/malditaweb
https://twitter.com/MLDTA30

Produção e Curadoria
Alessandro ALR

Serviço:
Exposição: de 11/julho/2012 a 12/agosto/2012
Ter/Dom, das 12h às 19h

Centro Cultural Correios (ao lado do CCBB-RJ)
Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro - Corredor Cultural
CEP: 20010-976 - Rio de Janeiro - RJ Telefone: 0XX 21 2253-1580

Propostas para a Voz do Brasil

Resposta para Tribuna da Imprensa:

O programa poderia ser transmitido em horários alternativos (a flexibilização) ou ser mantido às 19 horas apenas nas rádios públicas. Ou quem sabe nas rádios públicas, nas educativas e nas comunitárias.

Se afirmam que muita gente pelo país afora tem apenas o rádio para ouvir mensagens institucionais e prestações de contas dos três poderes, é sinal de que os avanços sociais tão ufanisticamente celebrados não passam de uma farsa.

Uma das graças do programa era a execução de O Guarani, logo no início. Uma gravação que virou até motivo de chacota dos humoristas e dos críticos de qualquer governo. Mas aí tiraram a gravação, no ano de 2003. Colocaram uma xexelenta batucada feita com a obra de Carlos Gomes.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Grupo Bandeirantes demite dezenas de funcionários ao mesmo tempo que tenta salvar o projeto Bradesco Esportes FM


Segundo fontes nossas, A bruxa está solta na Band Rio. Cinco meses depois do fim do Programa Cidinha Livre e da demissão em massa de 21 funcionários, a direção carioca decidiu nesta segunda-feira (01/07) por fim aos trabalhos do RJ Acontece, jornalístico que vai ao ar nas manhãs de segunda a sexta.
20 funcionários foram demitidos, a maioria operadores de câmera. Entre os jornalistas na rua estão os repórteres Frederico Roriz e Melissa Munhoz.
Não houve justificativa para a medida, mas especula-se que a baixa audiência do programa (em média, menos de 1 ponto) e o corte de gastos para a manutenção de outros jornalísticos regionais, como o Brasil Urgente Rio e o Jornal do Rio, tenham pesado na decisão.
A ordem partiu da cabeça de rede, em São Paulo. A meta era enxugar 50% do pessoal de SP e RJ, mas o número ainda está em negociação. Ao longo da semana, podem haver novas demissões ou readmissões.
O Sindicato dos Jornalistas do Rio e o Ministério do Trabalho devem ser acionados para analisar o caso.




Possível corte de gastos é questionado por funcionários
Na contramão do fim das despesas, os investimentos têm sido altos na Band Rio. Além da contratação de José Carlos Araújo e equipe da Rádio Globo para criar a Rádio Bradesco Esportes FM Rio, o alto escalão da filial carioca ainda assumiu o controle da MPB FM e estuda criar uma nova rádio adulto-contemporânea ainda este ano, com a marca BandFM.
Os funcionários reclamam que, apesar do aparente crescimento das atividades, pouco é investido em salários ou estrutura.
Parte da insatisfação chegou ao conhecimento da família Saad. Em junho, o presidente do Grupo Bandeirantes de Comunicação Jhonny Saad precisou vir ao Rio para conversar com a equipe da Bradesco Esportes FM e com Garotinho para assegurar que as coisas iriam mudar. A promessa era de que a rádio entraria no ar em até 30 dias. Duas semanas depois da promessa, no entanto, nem a redação ficou pronta.
Vamos ver aonde isso vai parar. No que adianta salvar o projeto Bradesco Esportes se eles demitem justamente quem irá fazer tudo funcionar. O resultado vai ser este que está tendo na Band News Fluminense, transmissão amadora e cheia de falhas. Fazendo  José Carlos Araújo passar constrangimento. Enquanto isso, aguardemos cenas do próximo capítulo.

domingo, 1 de julho de 2012

Deputado Jilmar Tatto (PT-SP) faz defesa da Voz do Brasil obrigatória em todas as rádios às 19h

Resposta para Tribuna da Imprensa

Não lembro de ter visto os petistas criticando a Voz do Brasil durante o regime militar e as Eras Sarney, Collor, Itamar e FHC.

Quem sabe façam críticas à Voz do Brasil quando voltarem pra oposição. Mas duvido que voltem.

O Mestre Haroldo de Andrade dizia: "O rádio morre todo dia às 19 horas".

107 FM: Sai Furacão 2000, entra Igreja da Fé Renovada em Cristo


O contrato de arrendamento da 107 FM 107,1 de Petrópolis com a Furacão 2000 acabou ontem à meia-noite, e as negociações para a renovação não progrediram. Além deste fato, outro foi mantido a sete chaves pelos envolvidos no negócio. A 107 FM foi agora arrendada a contar de 1º de julho de 2012 pela Igreja da Fé Renovada em Cristo, do bispo Roberto Damasio, um dissidente da Igreja Mundial do Poder de Deus do apóstolo Valdemiro Santiago, segundo o texto que a internauta Mirna Marino Duarte publicou no Facebook:

Ele começou carreira na igreja de Valdomiro! "Anunciada a sua saída da Igreja Mundial do Poder de Deus em abril, o bispo Roberto Damasio, terceiro homem de confiança de Valdomiro Santiago, inaugurou dia 29 de maio sua própria denominação, a Igreja Mundial Renovada. Com o slogan “A glória desta segunda casa será maior que a primeira” a igreja está localizada no bairro Brás, em São Paulo, perto da Igreja Mundial."



Inicialmente a igreja se chamava Igreja Mundial Renovada, mas trocou o nome para Igreja da Fé Renovada em Cristo. O blogue Época Estado Brasil dá mais detalhes sobre a criação da igreja.

Segundo o radialista Ernesto Pina, a "nova" 107 FM arrendada pela Igreja da Fé Renovada em Cristo é toda automatizada com o programa Zararadio, e não deve durar muito. Ernesto gravou a transição entre Furacão 2000 e Igreja da Fé Renovada em Cristo, e colocou aqui. A igreja investiu dinheiro no arrendamento da 107, mas investe pouquíssimo na infraestrutura da rádio. Já houve um caso em que outro grupo evangélico arrendou a mesma 107, antes de ela virar "Furacão 2000 FM", e não ficou nem um ano na rádio.

Ao que tudo indica, essa "nova" 107 FM terá apenas músicas, orações e provavelmente cultos. E muitas dessas orações são gravadas pelo próprio Bispo Roberto.

Se cada nova igreja evangélica quiser ter seu próprio espaço no dial, ocuparão todas as rádios e ainda ficarão igrejas de fora.